Nightwish – Dark Passion Play
Nada como uma boa lavagem de roupa suja em público. A novela Nightwish e Tarja Turunen nos propiciou momentos da mais pura diversão e constrangimento com cartas de demissão na internet, declarações raivosas de ambos os lados. Agora, Dark Passion Play, em vez de marcar uma nova fase com a entrada da vocalista Annete Olzon na banda, é apenas mais um capítulo na gratuita troca de ofensas. E, por isso, o disco é legal.
Ok, Nightwish é insuportável. Ninguém aqui está negando isso, e Dark Passion Play pouco faz para tornar a música do grupo mais palatável. A nova cantora pelo menos tem uma voz mais comercial e a banda perdeu aquela sensação de uma gorda de ópera berrando no meio de uma trilha sonora de um filme de Hollywood. O fato de as coisas se encaixarem melhor deixa, ahn, mais tolerável. Não há motivos para rejeições das FMs que já tocavam aquela gritaria desenfreada da ex-vocalistas. Esse é o principal propósito do grupo.
Mas o ressentimento é que é legal. “Bye Bye Beautiful” e “Master Passion Greed” têm direcionamento certo e, para os corvos, isso acaba divertindo, até porque é o péssimo baixista Marco Hietala quem canta letras absurdas de tão tolas de forma desgraçadamente horrorosa. Afinal, é prazeroso ver os outros dando baixaria e passando vergonha. No entanto, um alerta: é necessário um saco do tamanho do mundo para chegar ao final dos setenta e cinco minutos de músicas pretensiosas proporcionados pelo magoado Tuomas Holopainen. Agora é esperar que a tréplica de Tarja seja tão “comovente”.
Enfim, não vale um tostão furado, mas é melhor que revista Contigo

adoro NIGHTWISH,fiquei sabendo da banda atravéz de meu primo adorei, agora hoje em dia não faço nada a não ser cantar e escutar músicas de NIGHTWISH. Parabéns pelo trabalho maravilhoso que vocs realizam.