Nightwish – Dark Passion Play

•domingo, 24/fevereiro/2008 • 1 Comentário

Nada como uma boa lavagem de roupa suja em público. A novela Nightwish e Tarja Turunen nos propiciou momentos da mais pura diversão e constrangimento com cartas de demissão na internet, declarações raivosas de ambos os lados. Agora, Dark Passion Play, em vez de marcar uma nova fase com a entrada da vocalista Annete Olzon na banda, é apenas mais um capítulo na gratuita troca de ofensas. E, por isso, o disco é legal.

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Gamma Ray – Land of the Free II

•domingo, 24/fevereiro/2008 • Deixe um comentário

Mexer em terreno sagrado acaba em desgraça. Não que primeiro Land of the Free seja algo mais do que um bom disco de metal melódico – e isso já é muito difícil -, mas é inquestionavelmente o melhor trabalho do Gamma Ray. No entanto, essa patética seqüência é de deixar corado até o mais fanático seguidor de Kai Hansen.

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The Cult – Born into this

•domingo, 24/fevereiro/2008 • 2 Comentários

Pule a primeira música, “Born into This”. Feito isso, podemos dizer que começou o novo trabalho do The Cult. Porque a faixa-título deste novo álbum só relembra o veterano grupo pela peculiar voz de Ian Astbury. No entanto, o restante do disco não apresenta nada de novo ao que os fãs já se acostumaram. E, pelo menos dessa vez, não vai ser decepcionante.

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Helloween – Gambling with the Devil

•domingo, 24/fevereiro/2008 • Deixe um comentário

Depois de apostar na ignorância dos fãs com a patética terceira parte de Keeper of the Seven Keys, agora o Helloween resolve pôr a reputação em risco lidando com o diabo. E, a julgar pelo princípio assustador do novo disco, com gritos estridentes e riffs rápidos e agressivos, de fato o coisa ruim influenciou muito os fundadores do metal melódico.

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Viper – All my Life

•domingo, 24/fevereiro/2008 • Deixe um comentário

Ok, mesmo que ninguém sentisse sua falta, o Viper voltou e, por favor, vamos tentar levar isso a sério. Para aquela geração iniciada na música há uns 10 anos no máximo, cumpre ressaltar: o Viper não só é a ex-banda de André Matos, como um dos precursores do metal melódico brasileiro e uma das primeiras bandas tupiniquins a ter alguma repercussão fora daqui. Mas, depois de dois fiascos (um metido a hardcore e outro cantado em português), foi obrigada a ficar na geladeira. Agora, eles retornam à cena e, quem diria, sem ser uma piada.

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